Tour econômico em Petrópolis (RJ)

Tour econômico em Petrópolis (RJ)

O outono chegou e, se você mora nas redondezas, pode ter um dia incrível em Petrópolis! Nós estivemos por lá ano passado para um bate-volta com um casal de amigos (dividindo as despesas você economiza muito mais) e vamos compartilhar nosso roteiro.

Fomos em julho, no auge do inverno, e pegamos um frio lazarento! Acredito que no outono você se saia melhor. A temperatura por lá é bem inconstante durante o dia, então, vá bem agasalhado para não pegar um resfriado ainda que a previsão seja das melhores (em último caso você deixa o casaco no carro). Quer ir ainda mais prevenido? Leve também um guarda chuva (nós levamos e foi nossa salvação no fim da tarde).

Encontrar um estacionamento público não foi difícil – Estacionamos bem no centro para poder fazer todos os trajetos a pé e não pagar estacionamento privado (que é uma pequena fortuna).

Começamos no Palácio Quitandinha (antes de estacionar no centro porque ele é mais longe) e fizemos um tour pelo interior logo após uma breve caminhada pelo gramado e lago.  O Palácio era na verdade um Hotel construído a partir de 1941 para ser o maior (!!!) Cassino/Hotel da América do Sul – No tour você irá conhecer todas as dependências do térreo como a área recreativa das crianças, piscina, cozinha, salão de jogos, teatro… A arquitetura é impressionante! As cores, os detalhes – Eu não lembrava de nada das excursões escolares. O valor? R$8.

Dali fomos almoçar já no centro e pagamos na faixa de R$15 por pessoa, afinal, este é um tour econômico. A sobremesa e o cafezinho foram no Chocolate Katz próximo ao Relógio de FloresMuseu Casa de Santos Dumont (que rejeitamos por motivo de: fila).

Agora a melhor parte: Avenida Koeler com vários casarões do século 19 que te levam (acompanhado do Google Maps) ao Museu Imperial (R$10) – Uma imersão total e deslumbrante não apenas na arquitetura, mas no dia a dia da família imperial. Nossas fotos na área externa foram presenteadas pela cerração que desceu em questão de poucos minutos e deixou tudo embaçado – Nunca tinha visto nada igual!

Nós poderíamos ter conhecido outros lugares mais culturais, mas por ser um bate-volta decidimos dar um pulo nas lojas da rua 16 de Março, a maior perda de tempo da viagem. Sobe morro, desce morro, tudo isso pra encontrar roupas de qualidade (muito) duvidosa pelos mesmos preços de uma Renner da vida (pra gente que não revende). O jeito foi comprar um cachorro quente e encerrar ali mesmo.

Tem alguma outra dica pra gente? Pretendemos voltar neste ano! 

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