Empreendedorismo: Não seja o chefe dos seus sonhos

Empreendedorismo: Não seja o chefe dos seus sonhos

Nessa semana completa um ano desde que me desliguei do meu emprego no departamento de comunicação da Igreja Presbiteriana Viva, onde permaneci por quase uma década.  Foi meu primeiro e único emprego com a carteira assinada – Comecei conciliando com o 2º grau por meio período até ser contratado em tempo integral.

Mais ou menos 1 ano antes de me desligar, comecei a ocupar meus horários de almoço administrando redes sociais de empresas de amigos que me abordavam. Naquela época a Paula trabalhava no setor financeiro de uma empresa, mas como não estava feliz e os amigos/clientes começaram a aumentar, nós decidimos que ela pediria demissão e me ajudaria nos (novos) negócios. Não fosse a iniciativa do Bispo José Elias em me “convidar” a sair e investir em nossa própria empresa, acredito que não teria tido a coragem de, de fato, ter saído. A melhor coisa que poderia ter nos acontecido!

Hoje, 1 ano depois, amadurecemos como empreendedores e nos apaixonamos pela nova rotina (trabalhando no apê na maior parte do tempo). Fizemos alguns cursos no SEBRAE que nos ajudaram muito e conhecemos pessoas que nos inspiram e fazem transpirar. 1/3 da nossa carteira de clientes é formada por pessoas que sonhavam em oficializar o próprio negócio e agora arregaçaram as mangas – É uma experiência enriquecedora trabalhar e compartilhar com pessoas assim. Além de administrar redes sociais, evoluímos para prestar consultoria de marketing e todo suporte para criação.

Ser o próprio chefe é uma bênção, mas também pode ser uma cilada. Para darmos conta de todos nossos projetos desenvolvi uma forma de trabalho que me permite dividir e otimizar cada dia da semana buscando resultados sem abrir mão de, a cada mês, aumentar a produtividade. Queremos trabalhar mais e melhor. Para que isso fosse possível, ajustamos nossa rotina no apartamento e nos policiamos para não perder o foco (afinal, somos casados). Cada dia tem suas pendências que precisam ser cumpridas e, na falta de um chefe, não podemos nunca nos tornar o chefe dos nossos sonhos – Aquele que te deixar trabalhar quando e como quiser.

Feriados? São raros. Mas podemos transformar a quarta numa sexta e ter um dia da família, o que abre o precedente para que algumas sextas sejam como segundas. A rotatividade de clientes às vezes assusta, pelo menos 2 vezes por mês vem uma sensação de Ai meu Deus! Será que vamos falir? – Uma sensação que me deixa ansioso, mas me ensina a não me acomodar.

É louco pensar que faz apenas 1 ano que tudo “começou” e que a 1 ano atrás eu sequer imaginava que teria a coragem que hoje tenho.

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