O sucesso e o fracasso diário do próprio negócio

O sucesso e o fracasso diário do próprio negócio

Meu primeiro emprego foi  aos 12 anos no comércio local da minha mãe – Era um mix de loja de presentes, artigos para casa e, o que viria ser minha queda, chocolates da Nestlé. Eu nem lembro quanto eu ganhava, ou se realmente ganhava algo, mas lembro que minha mãe não lucrava nada com os chocolates durante meu turno. Posteriormente comecei a dar aulas de inglês para crianças no Instituto Presbiteriano de Educação, que abriu portas para que eu começasse a trabalhar no setor de Comunicação da Igreja Presbiteriana Viva.  Ali eu permaneci por quase uma década – Foi onde aprendi e aperfeiçoei a minha profissão (Publicidade) até que em fevereiro desde ano me desliguei para começar meu próprio negócio, a Estilingue Comunicação.

A Estilingue nasceu no meu horário de almoço. Fui por anos o sobrinho que sabia mexer no Photoshop e fazia cartões de aniversário para as tias, até que surgiram dois amigos querendo me pagar para mexer no Facebook deles. Através deles novos clientes começaram a chegar e o horário de almoço ficava cada vez mais curto. Simultaneamente a Paula estava insatisfeita no seu trabalho ensaiando há meses uma saída – Aproveitei a oportunidade para que ela ficasse apenas meio período no seu emprego e o segundo período por conta da Estilingue. Novos clientes foram chegando e nosso modelo de negócios foi sendo aperfeiçoado para encaixar todo mundo, o que resultou na demissão da Paula para que ela se dedicasse em período integral.

 

Essa tem sido uma experiência muito bacana e ao mesmo tempo orgânica. Nunca houve exatamente uma reunião para fundar a empresa, mas a gente ia tocando. Imagem é tudo e, por isso, desde o terceiro cliente já tínhamos uma identidade visual e um site institucional. Uma bela fachada para uma pequena correria que ia se instalando a cada dia.

Chegamos a um momento onde não era mais possível atender novos clientes, esse era o cúmulo do tempo que tínhamos para oferecer, até que fui encorajado pelo Bispo José Elias a sair do meu emprego no setor de Comunicação e me arriscar mais com a Estilingue. Foi aí que fracasso e sucesso se tornaram parte do nosso dia a dia.

Estamos amando essa fase empreendedora de nossas vidas! O apartamento aos poucos vai sendo adaptado para também funcionar como um lugar de trabalho, as discussões de casal tendem a se misturar com discussões sobre a empresa, clientes… É difícil separar família, trabalho e, no nosso caso, ainda o Ministério (pastoreamos uma das filiais da nossa Igreja no bairro Santa Rita do Zarur em Volta Redonda).  Em uma semana vivemos o sucesso quando fechamos um novo cliente ou trabalho e também vivenciamos o fracasso quando outros encerram suas atividades conosco. Fechamos um cliente e nos sentimos os mais bem sucedidos, perdemos um cliente e já logo penso que precisarei começar a distribuir currículos por aí. Essa é uma profissão extremamente emocional.

 

Hoje é nosso primeiro feriado oficial como Estilingue Comunicação. Alcançamos faz poucos dias o marco de ter nosso próprio escritório no centro da cidade (embora em caráter experimental de três meses) e estamos a todo vapor trabalhando. Foi a primeira vez na vida que não percebi a chegada de um feriado porque, bem, feriado não existe quando nos tornamos nosso próprio patrão (esse assunto vai render um post novo logo logo!).

Quer conhecer (e entender) melhor a Estilingue? Acessa nosso site: www.estilinguecomunicacao.com

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